Este filme não me sai da cabeça... e são tantas as coisas de que poderia falar...
Por agora digo apenas que muito me escandalizou ver o Dubai, com todas as suas ilhas artificiais, arranha-céus megalómanos e petróleo abundante, e NENHUM painel solar. Afinal, quantas horas de Sol tem aquele país?? É um autêntico desperdício.
A propósito da energia solar, recordo-me dos apelos da Glenn Close - we're depleting what nature provides. Stop drilling the Earth and look to the sky!
Isto remete-me para um artigo da Courrier Internacional deste mês, onde vem uma reportagem sobre a central fotovoltaica da Amareleja: aqui ao lado, já no Alentejo, uma aldeia com 2800 habitantes e 2520 módulos fotovoltaicos espalhados pelos 250 hectares do antigo aeródromo. A funcionar desde Dezembro de 2008, possui uma potência instalada de 46 MW, devendo alimentar 30 mil fogos e economizar 86 mil toneladas de gases com efeito de estufa. Uns 20 transformadores brancos alimentam a minicentral, ligada por uma linha de alta tensão à grande central da barragem e à rede eléctrica nacional. Mesmo que o ímpeto para a energia solar tenha resultado não da vocação ambientalista, mas do oportunismo económico, este "solário" alentejano deveria ser um exemplo para todos!
Termino com a transcrição da conclusão de Home:
We have created phenomena we cannot control. Since our origins, water, air and forms of life are intimately linked. But recently we have broken those links. Let's face the facts. We must believe what we know. All we have just seen is a reflection of human behavior. We have shaped the Earth in our image. We have very little time to change. How can this century carry the burden of 9 billion human beings if we refuse to be called to account for everything we alone have done?
quarta-feira, 17 de Junho de 2009
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